O diretor sem noção, de Guardiões da Galáxia, James Gunn, teve em mãos, o poder para dirigir uma nova versão do Homem de Aço para os cinemas, e ele falha miseravelmente, de uma versão, que poderia ser apenas genérica, Gunn, torna, o Superman, tão ridículo, que a essa altura, é difícil acreditar que algo possa piorar nos filmes de super-heróis... mesmo com a maioria das apostas negativas para Quarteto Fantástico, e o sepultamento, que a Marvel vem prezando atualmente.
O filme, que os "conservadoristas" estão amando de paixão.
É desnecessário se estender, que o Super de Gunn, não apresenta nenhuma cena memorável, nem mesmo quando somos apresentados aos pais adotivos do filho de Jor-El, afinal, tudo, visa copiar, descaradamente, o que foi feito com dedicação por parte da versão clássica de Richard Donner. Nem para conservadorista, esse Superman, serve... e sim, fisgar, uma parcela dos chamados "cristãos", que com seus canais cancerosos no Youtube, doutrinam seus seguidores. Pois é, se não estamos em um filme militante, estamos em um, que tenta prezar por valores morais, mas galhofa.
O herói, e sua cara de bunda.
DC/Warner, sem identidade, e completamente perdida.
AS LIÇÕES MAIS DIFÍCEIS QUE ELES APRENDERAM FORAM FORA DA ESCOLA.
Um calouro universitário que treina artes marciais é espancado no trabalho por uma gangue racista. Seu colega de trabalho, um cozinheiro chinês, espanca a gangue e treina o jovem em kung fu. Quando um torneio está prestes a ser realizado, o professor diz ao aluno que não o ensinará por dinheiro. No entanto, quando a gangue espanca o melhor amigo do aluno, este precisa escolher entre participar do torneio ou cumprir a promessa feita ao professor.
A Marvel, ao menos, tem miolos o suficiente para se ligar de que, quem lacra... não luca. Portanto, eles partem para o retrocesso, ou seja, "Thunderbolts" é praticamente um filme padrão Marvel: duelos infantiloides e representações galhofas de seus personagens das histórias em quadrinhos. Não que o filme se desvencilhe da praga vermelha, pelo contrário, ela está presente, ainda mais no feminismo. O Sentinela, só integrou essa formação dos "Thundebolts", por ele ser a carta na manga de Kevin Feige (o presente dos estúdios da Marvel responsável por toda essa palhaçada), já que, sem ele, o filme seria somente mais uma adaptação deturpada para os cinemas. Parecendo mais uma mocinha, o Sentinela, estabelecido nas HQs da Marvel, no início do novo milênio, como o Superman da indústria, mas que escondia um segredo terrível que fez o mundo esquecer que ele existiu, nos cinemas, falha miseravelmente em transmitir tensão no espectador, até mesmo algumas mortes que ocorrem, relacionadas com o estado psicológico do personagem, são fracas, pois não há intensidade, já que, a Marvel, insiste em amenizar doses de violência extrema nos filmes, sentindo-se na obrigação de agradar adultos com mentalidade de adolescentes mimados. Novamente, esses estagiários só se preocupam em atrair esse tipo de gente para as salas de cinema, e a bilheteria de "Thunderbolts" depende deles, e não de quem aprecia a arte cinematográfica. Em resumo, mais uma produção piegas com efeito Adão Negro. Poupe seu dinheiro, e sonhe acordado esperando o filme dos sonhos.
Sinopse: Sam Wilson, o novo Capitão América, se vê no meio de um incidente internacional e precisa descobrir o motivo por trás de um plano global nefasto..
Mesmo que "Capitão América: Admirável Mundo" tenha passado por inúmeras refilmagens, que tornou a produção mais acessível e não mais uma perda de tempo como todo e qualquer filme do universo cinematográfico da Marvel, não há como não ignorar que, mesmo assim, o terceiro filme do Sentinela da Liberdade para as telonas, é mais um capítulo vazio nesse universo cronológico.
Nos quadrinhos, o Hulk Vermelho surgiu após a saga do Hulk Contra O Mundo, um evento catastrófico do mesmo, que abrangeu quase todo o panteão do Universo Marvel. A Casa das Ideias, decidiu introduzir um novo Hulk em uma nova série (pela ordem, o segundo volume publicado nos EUA), ele seria uma versão evoluída do Hulk tradicional, que logo nas primeiras histórias, mata o Abominável com uma arma especial armazenada pela S.H.I.E.L.D para matar o Hulk Banner, nocauteia o Hulk Verde Selvagem, nocauteia a Mulher-Hulk, dá trabalho para o Homem de Ferro, nocauteia o Vigia e até mesmo o poderoso Thor com a força de Odin... e ainda rouba a prancha do Surfista Prateado e tenta bater de frente com o Galactus, uma apelação sem limites.
Uau! Pelo exemplos apontados acima, esse Hulk Vermelho é duro na queda, ele parece imparável, certo? Sqn, já que, soluções banais começam a aparecer, como a vulnerabilidade de enfraquecer por super-aquecimento ao ficar com raiva e poderes como a capacidade de absorver energia que é simplesmente ignorado em algumas edições... por último, ser nocauteado por uma palmada sônica do Hulk. Essa é a jornada insossa do Hulk Vermelho nas HQs em 2008, mas, com o passar dos anos, a Marvel, com a ajuda de um editorial competente, apresentou aos leitores a última batalha derradeira entre Hulk Bruce Banner e Hulk Vermelho General Ross, mostrando que, o Hulk mais poderoso, é o Hulk verde tradicional, com uma vitória esmagadora sobre o vermelho.
No terceiro filme do Capitão América, o Falcão, que um dia foi parceiro de Steve Rogers, se torna o novo Capitão América de um admirável mundo novo, porém, sem o soro do supersoldado, mas não importa, ele possui apetrechos especiais, que evita de bater as botas, mesmo quando leva vários golpes do Hulk Vermelho (Harrison Ford), que mais parece uma cena dos Transformers de Michael Bay, um retrocesso da Marvel, mesmo com um orçamento absurdo, eles não acertam.
De resto, o "Admirável Mundo Novo" é um filme do Incrível Hulk, mas sem Bruce Banner, e sim com os personagens de seu universo tradicional, Betty Ross (Liv Tyler) e o Líder (Tim Blake Nelson), com um roteiro porco o suficiente para terminar na filha do General Ross perdoando o pai por tudo que ele fez na retomada do Hulk de 2008, a solução mais fácil que somente a falta de criatividade por parte dos filmes da Marvel, poderia elaborar, o perdão, também está presente na série desrespeitosa da Mulher-Hulk, no qual Mark Ruffles, perdoa Emil Blonsky por suas atrocidades.
No fim, tudo é por amor, faça um churrasquinho de abóbora e seja feliz.
Freddy Krueger (Robert Englund) ressuscita — horrivelmente cicatrizado — e retorna para assombrar os sonhos dos filhos adolescentes das pessoas que o lincharam. É apenas um pesadelo... mas um pesadelo que pode matar neste conto de terror — A Hora do Pesadelo 4: O Mestre dos Sonhos.
Freddy Krueger invade as mentes de um novo grupo de adolescentes... e os pesadelos começam novamente. Quando os adolescentes locais começam a morrer, apenas Nancy Thompson sabe a verdade. Agora médica no hospital psiquiátrico local, ela é a única sobrevivente de uma das matanças anteriores de Freddy. Agora, é uma luta contra a descrença de seus colegas de trabalho e uma corrida contra o tempo para parar Freddy antes que ele mate novamente.