Já se passaram 13 anos desde o lançamento do último filme de Sexta-Feira 13, com a franquia presa em uma batalha legal e confusa desde então. Mas a essência básica é que Sean Cunningham, o diretor do filme original, e Victor Miller, o escritor do filme original, estão brigando para ver quem controla o quê.
Foi em 2018 que um juiz decidiu que Victor Miller detém os direitos do roteiro original de Sexta-Feira 13 nos Estados Unidos, uma decisão que Cunningham não conseguiu reverter nos anos que se seguiram. Cunningham, no entanto, possui o personagem adulto Jason Voorhees, introduzido em sequências posteriores, então os dois eventualmente terão que trabalhar juntos.
Caso contrário, os principais elementos da franquia terão que ser divididos entre as duas partes para quaisquer projetos futuros, o que parece uma bagunça demais para ser realmente viável.
Dito isto, parece que ALGO acontecerá muito em breve, já que Sean Cunningham atualizou sua biografia no Cameo para indicar que a franquia está voltando à vida em breve…?!
A biografia oficial do Cameo de Cunningham afirma: “Sean S. Cunningham dirigiu e produziu o filme de terror seminal Sexta-feira 13, criando o icônico vilão Jason Voorhees. O filme gerou 12 sequências com uma 13ª agendada para o próximo ano.”
O que isto significa? Cunningham e Miller chegaram a um acordo ou Cunningham está desenvolvendo um projeto próprio para Sexta-Feira? Por enquanto, é uma divulgação misteriosa que nos faz coçar a cabeça e nos perguntar o que diabos está acontecendo no mundo do Acampamento Crystal Lake.
Jen é contratada em um escritório de advocacia de prestígio, mas deve atuar como Mulher-Hulk e representar um cliente complicado.
Com citações bizarras ao Silêncio dos Inocentes de Jonathan Demme, o segundo episódio da Mulher-Miúda foca no seu humor idiota e nas complicações que ela terá para representar o seu novo cliente, o desafeto de seu primo Ruffles em 2008. De resto, Ruffles esquecendo tudo de mal que seu desafeto fizera para ele, perdoando-o, mesmo que nesse dia do embate entre eles, a vida da mulher que o Ruffles mais amou tenha sido botada em risco por seu desafeto. Ruffles tem outras preocupações, como retornar ao planeta Cafona para resolver algumas coisas por lá.
Miúda: a baixinha achatada que se tornou advogada.
Miúda leva seu primo Ruffles para um passeio, e ao se depararem com uma nave tosca, o carro de Miúda capota...
...ao remover o primo do carro, Miúda se contamina com o sangue de Ruffles...
...o sangue irradiado de Ruffles tem como objetivo transformar todos os infectados numa computação gráfica verde e artificial. PS: a cena do acidente é uma referência ao piloto da série televisiva do Hulk.
As caras e bocas de Mark Ruffles.
Os olhos da Miúda...
...que quando transformada numa selvagem, a única reação que ela causa é risos do quão tosca ela se tornou. PS: A Marvel e a Disney pelo visto desconhecem que não basta apenas o uso da computação gráfica para transformar uma pessoa, é necessário também dedicação por parte da maquiagem.
Na série televisiva do Hulk, o fator de cura de Banner só cicatrizava permanentemente seus ferimentos quando ele transformava (pela segunda vez) no Hulk. Por exemplo: se Banner ficasse paralítico e se transformasse no Hulk após ele sofrer o dano, ele não era curado de imediato, e quando ele se transformava novamente, ele era curado permanentemente. Foi dessa forma que o braço do Ruffles foi cicatrizando decorrente do dano que ele sofreu em Ultimato.
Na verdade, o braço do Ruffles cicatrizou com o sangue da Miúda, a explicação plausível para isso é que a superioridade da Miúda para com o Ruffles chega num nível absurdo onde o sangue dela é capaz de curar um ferimento que nem mesmo o fator de cura do Ruffles conseguiu curar.
Mais uma citação ao piloto da série televisiva do Hulk.
Na Marvel/Disney não há demandas, a Miúda mostra que ela controlou o seu lado selvagem.
Usando da lacração para ridicularizar a imagem de um personagem clássico.
Além de miúda, ela é também vesga. Meus parabéns ao responsável pela arte.
Considerações finais: Ruffles tentando ensinar a prima mimada a ter responsabilidades com o que ela se tornou, Ruffles sendo rebaixado pela Miúda, vilã (Titânia) tosca e computação gráfica vergonhosa.
Jennifer Walters navega na vida complicada de uma advogada solteira de 30 e poucos anos que também é uma Mulher-Hulk verde superpoderosa com uma estatura de seis pés e sete polegadas.
Uma quantidade normal de raiva.
O mundo de Jen Walter's vira de cabeça para baixo depois que um acidente bizarro a deixa com superpoderes.
Um retorno a Crystal Lake? Produtor Roy Lee divulga novidades da franquia ‘Sexta-Feira 13’.
Já se passaram 13 anos desde o lançamento do último filme de Sexta-Feira 13, com a franquia presa em uma batalha legal confusa desde então. Leia tudo sobre isso aqui, mas a essência básica é que Sean Cunningham, o diretor do filme original, e Victor Miller, o escritor do filme original, estão brigando para ver quem controla o quê.
Para encurtar a história, nada pode acontecer até que as duas partes concordem em trabalhar juntas. Mas talvez eles tenham entrado em um acordo, já que o produtor Roy Lee forneceu detalhes interessantes esta semana.
Falando com o produtor de filmes de terror (leia superestimados) de sucesso, incluindo O Chamado, Poltergeist (2015), Bruxa de Bçair, IT (2017) e o próximo Barbarian (nos cinemas em 9 de setembro de 2022 da 20th Century Studios) ele indicou que um retorno a Crystal Lake é iminente, com notícias de Sexta-Feira 13 chegando muito em breve.
Roy Lee revelou em um bate-papo exclusivo: “Isso é algo que eu adoraria falar. Você pode estar ouvindo algo até o final do ano.”
Como você deve se lembrar, o site Bloody Disgusting havia relatado o envolvimento de Roy Lee na franquia Sexta-Feira 13 em 2018, com a Vertigo Entertainment de Lee e Doug Davison anexada para produzir uma iteração da franquia que também seria produzida por LeBron James e sua Spring Hill Entertainment. A Vertigo conseguiu fazer fazer alguma mágica para isso acontecer?
Foi em 2018 que um juiz decidiu que Victor Miller detém os direitos do roteiro original de Sexta-Feira 13 nos Estados Unidos, uma decisão que Cunningham não conseguiu reverter nos anos que se seguiram. Cunningham, no entanto, possui o personagem adulto Jason Voorhees, introduzido em sequências posteriores, então os dois eventualmente terão que trabalhar juntos neste.
Caso contrário, os principais elementos da franquia terão que ser divididos entre as duas partes para quaisquer projetos futuros, o que parece uma bagunça demais para ser realmente viável.
Vamos relatar mais sobre isso à medida que descobrirmos que ALGO está chegando…
Travestido de comédia, quando na verdade é mais um pretexto para poder lacrar, o seriado da Mulher-Hulk da Marvel não só tende a piorar a fórmula já batida de seu estúdio, como também mostrar que um personagem clássico como o Incrível Hulk pode passar o bastão para o seu eu feminino da forma mais bizarra possível. O Hulk com o intelecto de Bruce Banner, agora diferente de seus tempos áureos nos quadrinhos nas mãos de Bill Mantlo, o Hulk Ruffles (do "ator" Mark Ruffalo), é na verdade um nerd de bem com a vida e envergonhado de um dia ter sido, vejamos, uma computação gráfica sem rumo.
Enquanto Mantlo nas HQs apresentava o Hulk inteligente como uma versão que poderia significar um perigo ainda maior do que a personalidade selvagem de Banner, o Hulk Ruffles curte sua nova estadia como uma versão ainda mais constrangedora de si próprio. O "ator", conseguira enganar os mais ingênuos quando assumira o posto do Banner de Edward Norton nos Vingadores em 2012. Com Ruffles tendo carta branca da Marvel, ele poderia desempenhar um Banner sem se preocupar caso a versão se tornasse embaraçosa de se ver, ou seja, tudo que o Stan Lee nunca quisera para o Hulk ao adaptá-los dos quadrinhos para a tevê.
Repleta de canceladores (seja em HQs, filmes ou seriados), a Marvel conseguiu o que sempre quis desde o início, mandar um f*da-se para os fãs e fazer as coisas do jeito que ela quer, sem se preocupar de perder o seu público, já que ela está dando ao público o que eles tanto querem ao levantarem bandeiras para isso. Se o público quer um "Planet Hulk", vão ter um numa pegada que beira a uma festinha cafona dos anos oitenta, se querem um "World War Hulk", o Ruffles sempre estará lá para isso, se ele não estiver, outro estará. A Mulher-Hulk da Marvel, conseguira diminuir o Hulk em tudo, seja em poder ou em carisma, mas que nas HQs está praticamente fadada ao ostracismo, cortesia de sua nova fase, que condiz com a qualidade de sua série televisiva.
Para encerrar, deixo abaixo o Tweet de um homem que, mesmo se não for reeleito presidente do Brasil, só a resposta dele para com o Hulk Ruffles, já entrou para a história.
- By the way, the original Hulk was much cooler. He didn't need a computer to look strong and actually understood something about nature. 👍 pic.twitter.com/baNcuFcg3P
Recém-casados e seus três filhos se mudam para uma grande casa onde um assassinato em massa foi cometido. Eles começam a experimentar manifestações estranhas e inexplicáveis que têm fortes efeitos em todos que moram ou visitam a casa.
Sortudo este que vos escreve que conhecera a maldição de Amityville por Amityville 2: A Possessão, já que, Terror em Amityville, passara batido para mim nas videolocadoras. Com roteiros de Sandor Stern, George Lutz e Kathy Lutz (os mesmos responsáveis pela refilmagem genérica de 2005), a obra baseada no livro de Jay Anson, não despertara interesse o suficiente no espectador.
Nem mesmo a trilha sonora original de Lalo Schifrin, que utilizara sobras de sua trilha para O Exorcista, não consegue passar o clima de horror que o filme deveria apresentar.
Caminhe além da sinopse e presencie situações nada a ver como o sexo ardente entre Brolin e Kidder sendo interrompido por sua filha (que se comunica com entidade misteriosa), um padre que está ciente do mal que impera na casa e depois fica cego e sai de cena, uma encheção de linguiça com o personagem de Brolin tentando parecer que está se transformando em outra pessoa, sangue preto na privada (fezes/graxa, vai saber), fantasmas com olhos brilhantes, enfim, nessa pegada.
Nem mesmo alguns simbolismos conseguem salvar uma hora e cinquenta e sete minutos de duração.
David e Jade são namorados do ensino médio e felizes no amor. Mas quando as notas de Jade começam a cair, seu pai proíbe o jovem casal de se ver. Louco de frustração e desejo, David tenta reverter a decisão, com resultados catastróficos.
Franco Zeffirelli já havia arrancado lágrimas dos espectadores na refilmagem de O Campeão, e em Amor sem Fim, baseado na obra literária de Scott Spencer com roteiro de Judith Rascoe, ele prossegue com sua jornada de emoção. O curioso é que, de alguma forma, a adaptação de Zeffirelli acabara se tornando mais cultuada por uma parcela que, assim como este que vos escreve, vivera intensamente a década de oitenta, portanto, está ciente quando uma obra é digna de ser revisitada.
Assim como todas as refilmagens do novo milênio, Amor sem Fim teve a sua vez em 2014, não é necessário ler a obra de Spencer para saber que a versão deste ano tentou, e se apagou.
Com raríssimas exceções, como por exemplo, O Exorcista (de William Peter Blatty), muitas obras literárias perdem de suas adaptações cinematográficas. No livro, a trama pode se estender mais do que o necessário, provocando um marasmo no leitor, no filme, tudo pode ser resolvido em poucas linhas, partindo para uma revelação adicionada com a tensão que a obra passara.
Quando muitos cineastas tentam fazer igual ao livro, a trama se perde na emoção para dar lugar à exaustão. Zeffirelli e até outros cineastas conceituados da época sabiam disso... mas voltando no exemplo de O Exorcista... o que você vê no filme... você anseia por ver no livro... e o que você vê no livro... mesmo ciente de que... por ser uma obra... o lado ficcional deve estar ali para que o leitor use a sua imaginação... você anseia para que tudo ganhe vida nas telonas.
"Amor sem Fim" de Scott Spencer, parece carecer da intensidade do filme de Zeffirelli, considerando a simplicidade da obra de Spencer que, na minha visão, não deveria se estender. David (Martin Hewitt), é o convidado de confiança na casa dos pais de sua amada Jade (Brooke Shields). Com algumas escapadas, aqui e ali, David logo é visto como um problema agravante para os pais da moça, que acreditam que sua filha foi enfeitiçada a ponto de não se dedicar em mais nada.
Os pais de Jade são liberais, os convidados de suas festas noturnas são livres para consumirem drogas e tudo que se podia fazer na década oitentista sem sofrer com censura ou repressão, a noite é uma criança na casa de Jade. Tamanha hipocrisia dos pais da moça, que proíbem o rapaz de vê-la quando percebem que ambos exageraram em suas relações sexuais, culminara em um sentimento de rejeição que David acredita que os pais de Jade acabaram tendo por ele.
Com a ajuda do irmão de Jade, Keith (James Spader), que renegara David, e um empurrão de um Tom Cruise em início de carreira, David incendeia a casa dos pais de Jade com o pretexto de socorrê-la, sendo condenado a cumprir pena em um hospital psiquiátrico. É doloroso, a única coisa que o rapaz tem em mente é a imagem de sua amada, que assim como ela, desistira de tudo. Um destaque para a trilha sonora original de Jonathan Tunick, sempre na pegada de Endless Love de Lionel Richie e Diana Ross, que marca presença nos créditos finais.
A família de David é super-protetora, seus país estão ocupados demais para lhe dar atenção, sua mãe simplesmente não o levara a sério, e a única pessoa com quem ele podia conversar em sua casa era com seu pai. Para compensar sua solidão, David era bem recebido na casa dos pais de Jade.
Ao implorar para seus pais que seu lugar não era em um hospital psiquiátrico, caso contrário ele se tornaria mais um daqueles pacientes em estado terminal, David passara a cumprir uma pena domiciliar, já que, não se reabilita um detento deixando ele pior do que ele já está, portanto, o rapaz volta para a casa de seus pais, mas não conseguindo remover as lembranças de sua amada.
David logo ficara ciente da localização dos pais de Jade, todas as correspondências que ele enviara para ela enquanto estava internado, foram recusadas. Os pais de David se separam, assim como os de Jade, e após um reencontro de David com a mãe de Jade, a mesma revelara que se sentira atraída pelo rapaz e que desejara fazer amor com ele quando ela presenciara David e Jade se amando apaixonadamente sem que o pai da moça soubesse.
David, que jurara fidelidade a mulher que ama, renegara fazer amor com a mãe da mesma.
A busca de David por Jade se torna uma obsessão amorosa, o rapaz decidira correr riscos para ter sua amada de volta, mas e ela? Onde estará Jade? Ela ainda sentirá a mesma paixão por ele mesmo após todos esses anos? O que levou a moça a não escrever para o homem que ela jurou amá-lo? Obviamente, após o incêndio que culminara na internação de David, Jade passara a viver como uma moça reprimida por sua paixão por David e indecisa se ela deveria voltar a se comunicar com ele.
David e Jade finalmente se reencontram, e quando pensamos que o tempo passara para eles, a tragédia falara mais alto quando David coincidentemente estava no mesmo lugar onde o pai de Jade se encontrara, jurando que o mataria se o visse novamente. Inconformado do rapaz ter deixado o hospital psiquiátrico e acreditando que ele representara um perigo em potencial ao ser deixado solto, o pai da moça se deixara levar pelo impulso e morre instantaneamente ao ser atropelado.
Keith (Spader) culpara David pela morte de seu pai, para a infelicidade de David, a nova mulher do pai de Jade havia visto o rapaz após o atropelamento, embora ela não tivesse a certeza de que David fora o responsável. David confessara para Jade que a morte de seu pai não fora exatamente um acidente, ele havia visto David e correu desesperadamente em sua direção. David havia sido proibido de ver sua amada e ter qualquer contato com os pais da mesma, assim como o pai de Jade não poderia fazer nada contra o rapaz, ambos tinham que trilhar seus próprios caminhos.
Após Keith agredir David fisicamente, a polícia apreende David (num ato de injustiça) e o rapaz é novamente enviado para longe de sua amada. O tempo passa e Jade confessa para sua mãe que nunca será amada por nenhum outro homem em sua vida da forma que foi amada por David.
Ao manter uma relação amorosa com David, Jade não era mais a menininha do papai. Pela primeira vez em sua vida, ela passou a ser ela mesma.
Jade não abandonará o seu amado, ela decide visitá-lo no instituto onde ele se encontrara.
Nada poderá separá-los!
Seus laços estão unidos para sempre!
Embora o roteiro deixe a cena final aberta a várias interpretações (ela foi realmente visitá-lo ou era apenas uma alucinação?), o filme consegue passar mais emoção se comparado com o livro, onde o casal se separa permanentemente.
Como não poderia deixar de ser, o filme de Zeffirelli foi subestimado pela crítica.