sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

[REVISITANDO] - O Quarto do Pânico (2002).





















Uma mulher divorciada e sua filha diabética refugiam-se no cofre da casa recém-adquirida, quando três homens invadem a casa em busca de uma fortuna perdida.


Jodie Foster, nunca teve problemas em se assumir lésbica, ela nunca se colocou como a garota que, por se relacionar com pessoas do mesmo sexo, teria que ser a "minoria" que agora precisa ser ouvida. Foster, jamais forçara a barra com isso, ela simplesmente vive a vida dela com sua parceira, em outras palavras, Jodie, é o oposto de tudo que os escandalosos simpatizantes da causa LGBTQ+ querem propagar usando do conformismo, fazendo com que as pessoas do sexo oposto (os heterossexuais) aceitem o que eles são, não importa se tenham que forçar a pessoa para isso, ou até mesmo doutriná-la.

Além de belíssima, embora hoje esteja com uma idade mais avançada e não tenha conseguido papeis de grande destaque, Jodie Foster, é o exemplo de uma atriz determinada que lutou para conseguir o reconhecimento desde pequena (mostrando o quão ela já era expressiva) até partirmos para a sua juventude e por fim a sua fase adulta. Ecos de Um VerãoTaxi Driver: Motorista de TáxiGatinhasMemórias SecretasAcusadosAtraída Pelo PerigoO Silêncio dos InocentesMentes que Brilham e Nell, produções em que, Foster, deixara a sua marca como ninguém.











Em O Quarto do Pânico, Jodie Foster ensinara as pseudo-feministas com seus empoderamentos, como lidar com situações extremas. A personagem de Jodie, é uma mulher divorciada que precisa dar atenção o suficiente para a sua filha, e medicá-la, já que, a mesma, sofrera de diabete. Um filme com grandes reviravoltas (que o titio não vai contar aqui), uma em especial por parte do personagem de Forest Whitaker. Com um cruzado de direita na intenção de mostrar que não há nada previsível em "O Quarto do Pânico", embora apresente uma trama simplória que dependera de seu desenvolvimento, o filme de David Fincher com roteiro de David Koepp, apresenta uma trama que ocorre com perfeita desenvoltura.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

O declínio de um cineasta.


Era uma vez, um cineasta que fizera por merecer o sucesso em cinco filmes do personagem que ele próprio criara. Então, seu personagem desaparecera dos cinemas por um tempo, para revivê-lo, o cineasta, o retomara num novo capítulo de sua franquia, que se sucedera em seus dois últimos filmes, mas, diferente dos filmes que iconizaram o seu personagem, os dois últimos se tornaram filmes genéricos e, o último, apresentara uma solução que generalizara todo o conceito que o cineasta criara e estabelecera no seu personagem.


Na época, o cineasta era dotado de personalidade, os filmes podiam ser ruins, mas, ele não medira esforços para que o seu personagem roubasse a cena a cada momento com o seu politicamente incorreto. O cineasta, fora criticado no quinto filme de sua franquia, onde o estúdio atendera como um filme "gay" demais, quando, na verdade, a falácia, fora uma forma de convencer as pessoas de que, o quinto filme, era exatamente isso, quando, na verdade, não era, e sim apenas um filme simplório, Trash, seu propósito era divertir, apenas isso.


No sexto e no sétimo filme da franquia de seu personagem, o cineasta, tentara retomar o clima de suspense/terror presente nos três primeiros filmes, desvencilhando-se do conceito estabelecido no quinto, o cineasta, desgastado na parte que envolvera os seus roteiros, tentara resgatar, nos seus dois últimos filmes, o que tornara a sua franquia cultuada, mas, ele apenas conseguira passar tédio e uma extrema falta de talento.


Os dois últimos filmes do cineasta, foram tão genéricos que, uma retomada de seu personagem ocorrera em 2019, apresentando-o como uma inteligência artificial que, no final da trama, conseguira comandar todos os brinquedos, criando um exército dos mesmos, detalhe, nenhuma generalização fora apresentada na retomada, na mesma, uma inteligência artificial fugira ao controle e decidira causar o caos, enquanto que, no último filme do cineasta, seu personagem icônico adquirira o poder de dividir a sua alma para vários bonecos, generalizando o conceito simples e eficaz de sua obra original, em que um assassino é alvejado por um detetive que o caçara e, próximo de morte, ele usara de vodu para transferir a sua alma para o corpo de um boneco de plástico e, decidindo voltar a ser um humano, o assassino atormentará uma criança para que ele pudesse passar a sua alma para o corpo desta. Quando o assassino se dá conta de que a criança se tornara um adulto, ele tentara o procedimento com outra criança e, fracassando novamente, no quinto filme ele decidira viver no corpo de um boneco.


Com o projeto de um seriado televisivo para o personagem, o cineasta, contara com o apoio daqueles que repudiaram a retomada de 2019, alimentando o seu ego e motivando-o o suficiente para que a série acontecesse. Todos os rostos (ou, boa parte deles) conhecidos da velha franquia, estão ali, com o reforço da escalação por parte de um elenco adolescente, e temas atuais como o bullying e a homossexualidade.


A premissa da série, consistira na mesma falta de originalidade do cineasta para com a sua tentativa mal sucedida de retomada de seu sexto filme, seu personagem, parara nas mãos de novos personagens, um protagonista (adolescente) gay, mas, há algo estranho aqui, os estúdios não alegaram que o quinto filme era "gay" demais? Agora temos um adolescente homossexual? Onde está a coerência? Mas, é claro, estamos num seriado que abordara temais atuais, e a homossexualidade é um tema atual, considerando que muitos saíram bruscamente de seus armários e aderiram a uma causa, usando o seriado de um personagem icônico para fortalecê-la. É importante ressaltar que, o cineasta, é assumidamente gay, portanto, ele nunca tivera problemas com isso e, o quarto e o quinto filme de sua consagrada franquia, apresentara personagens relacionados com a causa que o seriado do cineasta abraçara, mas, sem nenhuma doutrinação.


O personagem gay, sofrera intimidações pesadas de outros personagens, incluindo uma adolescente que, para humilhar o personagem, se caracterizara como o seu pai, o mesmo que acabara de morrer pelas mãos do boneco assassino. De repente, quando o boneco despertara a atenção dos adolescentes, a vítima e a intimidadora resolvem tudo em praticamente três linha de roteiro, UAU! Isso sim é o que eu chamo de progressão, de evolução, a evolução que temos que abraçar de um cineasta, hoje, preso no seu castelinho, se você deseja entender o seu propósito, abrace o que ele tem para oferecer, mesmo o cineasta jogando migalhas como recompensa.


Flashbacks, deveras exaustivos e alguns até interessantes, emendam a série, quando voltamos ao presente, os adolescentes são o foco, incluindo outro personagem que se aproximara daquele que fora vítima de intimidações. Autismo, câncer, assassinatos brutais, é o que faz o telespectador acompanhar a série, já que, tais temáticas, são muito mais promissoras do que o tema em questão que é simplesmente mal trabalhado pelo cineasta, não dando ênfase ao drama e sim ao pop e ao exageradamente emotivo, incluindo trilhas sonoras melosas e foras de contexto com o que as cenas apresentam.


É, de fato, ofensivo, e muito fácil, mesmo com atuações absurdamente inexpressivas, culpar o elenco adolescente pelo quão insuportável o seriado se tornara, a culpa, é do cineasta, fortemente tendencioso no que a sua série se propôs, a troca do incorreto pelo politicamente correto. Vale ressaltar que, casais heterossexuais, incluindo os pais da personagem que, de intimidadora, agora se tornara a vítima que não é levada a sério pelos mesmos, os pais do namorado da mesma, a esposa de outro casal hétero que descobrira que sofrera de câncer e recusara o tratamento de quimioterapia, enfim, se tornam apenas um pretexto para que o cineasta dê mais enfoque no relacionamento entre dois garotos homossexuais.


A mudança brusca de tom da série, deixara qualquer um com repudia da mesma, é impossível aceitar que, o boneco assassino, causando mortes por onde passara, simplesmente não fora suficiente para despertar um sentimento de pavor nos personagens para que eles sofram com a perda, em uma cena do sexto episódio, o boneco, provocara a morte da mãe de um dos personagens gays, o personagem, é incapaz de transmitir emoção, mesmo presenciando a mãe caída no chão com o pescoço quebrado, no funeral da mesma, ficara ainda pior, ele está mais preocupado em dar um tempo no seu relacionamento amoroso (com o protagonista gay), mas, jurando amá-lo até a morte.


Sem ideias para trabalhar a trama, o cineasta, retomara a solução do sétimo filme de sua franquia, bonecos assassinos por toda a parte. Um personagem que absorvera coisas ruins, tornando-se um assassino, decidira tirar a própria vida depois de se voltar contra quem o influenciara a se tornar um, o mesmo personagem que, no penúltimo episódio da primeira temporada da série, assassinara brutalmente o seu pai. Todas as oportunidades para esse personagem ser trabalhado, decorrente de seu desequilíbrio mental, são descartadas.

Meus agradecimentos ao cineasta, e que venham mais temporadas dessa atrocidade, aliás, os que levantam bandeiras, são os mesmos que vão esquecer a série.

quinta-feira, 25 de novembro de 2021

O boneco sem graça.

 











Lady Gaga depois da guerra.


Lamento muito por 'Chucky', nem mesmo o ator Alex Vincent, voltando a viver o personagem que o iconizara, salvara esse seriado, 'Chucky', fora estabelecido nesse nível constrangedor de vai e vem de episódios bons, ruins e entendiantes. Uma segunda temporada provavelmente está prevista, afinal, os que levantam bandeira para isso, são os mesmos que vão assistir e deixar cair no limbo do esquecimento.









Chucky e os adolescentes inexpressivos que ele tenta manipular.


Se há algo podre em 'Chucky', provavelmente se encontrara na parte do roteiro, uma pseudo-malandragem dos roteiristas, (incluindo o atualmente patético Don Mancini) de acharem que estão, de fato, enganando os telespectadores, apenas pelo seriado apresentar uma ou outra morte cabulosa ou algo que remeta aos primeiros filmes da franquia do boneco assassino, vulgo o boneco sem graça, que, aos poucos, está perdendo todo o seu carisma do politicamente incorreto que lhe fora estabelecido.














O fracasso na forma de Jennifer Tilly.


Sejamos sinceros, 'Chucky', ao menos tentou, mas o fato da série tentar não é motivo para elogios, considerando que a tentativa se dera de foma tendenciosa. Por mais que o tema LGBTQ+ esteja presente como um tema atual onde muitos acreditam ser uma 'evolução', isso não é motivo para abordá-lo exclusivamente num seriado televisivo, ainda mais quando ele se torna um meio de doutrinação, a série não apresentara casais héteros, com exceção de um onde a premissa do roteiro simplesmente desestabilizara. Se é para o seriado apresentar um casal homossexual, é necessário apresentar um casal hétero para manter a coerência. Agora, quase na reta final de sua primeira temporada, 'Chucky', desestabilizara todos ao seu redor, mas sabemos que um certo casal mala, provavelmente sobreviverá, já que, o povo que abraçara a causa imposta por Mancini cia, não se conformariam em ver o casal homossexual sendo morto sem piedade pelas mãos do boneco assassino.










A emboscada.


O boneco assassino, com alguma explicação absurda (que somente bitolados dariam importância), conseguira transferir a sua alma para vários bonecos e para o corpo de uma mulher. O boneco assassino, tem todo esse poder com ele, uau! Sua grandiosidade, como assassino, ultrapassara os limites da estratosfera, criando um exército de bonecos assassinos onde, o verdadeiro, seria o comandante. No filme de 2019, o boneco era uma inteligência artificial e, assim como Soldado Universal: O Retorno, haveria mais lógica uma invasão de brinquedos assassinos. Mancini e sua equipe de roteiristas, na certa se esqueceram que, Chucky, é apenas um boneco possuído pela alma de um assassino que utilizara técnicas de vodu para transferir a sua alma para o boneco e, para voltar a ser um humano, ele teria de passar a sua alma para o corpo de uma criança, pronto! Só isso já basta, mas a empolgação sabotara uma solução simples que fora estabelecida no personagem que ele próprio criara.









Chucky no show de calouros.


'Chucky', se mostrara uma vergonha total, mas não para Mancini e seus companheiros, já que, na certa, eles acham (na realidade que eles vivem) que, passar vexame escrevendo um roteiro bosta, é um mérito.









Hora de generalizar.

sábado, 20 de novembro de 2021

A versão do diretor supera a versão para os cinemas.

 

Abertura alternativa de 'Rocky IV'.


Quem diria que um dia pudéssemos ver uma versão de 'Rocky IV' que estava trancada a sete chaves. Mesmo que a versão seja usada como um prólogo para o genérico Creed, 'Rocky IV', se sustentara sozinho, a versão que jamais havíamos visto, é brutal e muito mais realista do que a que fora lançada nos cinemas. A versão que conhecemos, deixara muita coisa de fora e, somente no primeiro teaser trailer e no trailer original, é que o filme ganhara, de fato, importância.


 

A morte de Apollo Creed e seu funeral.


O pugilista amador, Ivan Drago (Dolph Lundgren), vem para os EUA para competir esportivamente, o ex-campeão, Apollo Creed (Carl Weathers), concluíra que os russos querem menosprezar os americanos, mostrando que são superiores aos mesmos e, para isso, Drago, é o exemplo que a União Soviética usará para transformá-lo numa máquina de destruição, algo que apenas será possível graças ao uso de anabolizantes. Os russos, queriam, na verdade, educar os americanos e, Drago, servira de cobaia. Rocky, vivera sua vida com sua família após reconquistar o seu título (com a ajuda de Apollo que, ganhara publicidade às custas de Rocky, e um motivacional por parte da mulher deste, Adrian), Apollo, insistira numa luta de exibição com Drago, achando que, como ex-campeão mundial dos peso-pesados, aguentará o tranco com o russo e o derrubará facilmente, mostrando a superioridade dos americanos. Apesar de Apollo ter merecido o castigo, é impossível não nos comovermos com a dedicação do mesmo ao fazer frente com Drago, mesmo apanhando logo no primeiro assalto (sofrendo um nocaute) graças aos golpes potencialmente devastadores do russo.


 

A comissão de boxe.


O acerto de contas de Rocky com Drago no ringue, após a morte de Apollo, não é aprovado pela comissão de boxe, eles acreditam que, Drago, um pugilista amador, fora capaz de tirar a vida de um pugilista profissional (afastado dos ringues), Rocky, não teria chance e, se ele vir a vencer o russo, seria um milagre.


 

Treinamento intensivo.



 

Pré-luta.


A versão do diretor de 'Rocky IV', encerrara com o tema 'Eye Of The Tiger', da banda Survivor, tema este que estivera presente nos créditos inicial da abertura da versão lançada nos cinemas. No último assalto da luta de Rocky com Drago, o realismo por parte do inchaço no rosto de Rocky é apresentado de forma mais intensa quando o juiz aconselhara Duke (que treinara Apollo e agora treinara Rocky), que seria melhor interromper a luta, antes que Rocky pudesse sofrer consequências gravíssimas, um ponto de partida para Rocky V, onde, o campeão, sofrera danos no cérebro por conta das fortes pancadas que levara no ringue, provocando um trauma onde os efeitos seriam irreversíveis.

 

A maior luta de Rocky.

quarta-feira, 17 de novembro de 2021

O terror retorna para a tristeza do politicamente correto.

 








Operação caçada ao boneco assassino.


Os sobreviventes das insanidades de Chucky, ao invés de acalmarem os pais das crianças que possuem um boneco possuído pela alma de um assassino, eles espalham o terror, mas se para isso Don Mancini e cia (roteiros) acham que essa é a melhor maneira de optarem pela brutalidade num seriado colorido, a fórmula é bem sucedida. Há fan services aqui, dando maior notoriedade aos filmes da franquia original, incluindo os dois últimos. 'Chucky', revezara entre episódios bons, ruins, genéricos e desprezíveis, os três primeiros são aceitáveis, no quarto, o terror começa a dar as caras e no quinto o clima 'Malhação' é prioridade. A primeira vítima do boneco assassino, Andy, parecera bastante atormentado, ele decidira tomar decisões bruscas e, por estar traumatizado com aquele que seria o seu único amigo, ele concluíra que, não importa o quão essas crianças estão aterrorizadas, elas estão vivas, isso é o que importa.










A suspeita.


A filha de Brad Dourif em par com Jennifer Tilly, fazem o que ambas começaram no Culto de Chucky, tentam ser intimidadoras mas enchem linguiça o suficiente para que logo saiam de foco e a trama comece a explorar os personagens já estabelecidos que, neste episódio, começam a despertar interesse. A mãe de um personagem descobrira que sofrera de câncer, seu marido está ciente de sua doença, portanto, o filho, é o único que restara saber de sua situação. O filho, se encontrara num relacionamento conturbado com a garota (o único casal hétero da série) que, agora, unira forças com aquele que ela tanto desprezara e com o amor da vida deste, apenas para impedirem as insanidades de Chucky. O filho, está abalado pela revelação de sua mãe e, suspeitara das atitudes de seu primo que ele culpara por entrar abruptamente em suas vidas. A partir deste ponto, o roteiro mostrara grande potencial, temos um traumatizado Andy caçando bonecos assassinos, e agora um garoto abalado emocionalmente.










Chucky amenizará a sua dor.


O casal colorido, presenciará um horror inimaginável em suas vidas, para começar, Chucky provocara a morte da morte da mãe de um deles, de resto, ele desfrutará de um espetáculo quando ninguém confiará em ninguém, e incriminar terceiros, é uma das especialidades do nosso amigo.










Hora do show.


De resto, temos novamente uma trilha sonora pop das mais melosas possíveis, embalando a cena de uma das vítimas do boneco assassino, mas não questionaremos a trilha, isso é diversidade cultural.

domingo, 14 de novembro de 2021

O que você precisa saber.

 











É revelado em Brinquedo Assassino 2 que, a mãe de Andy, fora mandada para um manicômio decorrente do trauma que ela sofrera perante os ataques do boneco assassino. O detetive que perseguira e matara um ainda humano Charles Lee Ray, é uma das testemunhas que pode provar que o boneco estava possuído pela alma de um assassino.









Andy e Kyle, ambos sobreviventes de Brinquedo Assassino 2, tem como objetivo alertar os pais das crianças sobre o perigo que o boneco representara para seus filhos. Chucky, se tornara mais poderoso, ele tem o poder de transferir sua alma para outros bonecos, como revelado no genérico O Culto de Chucky.


















O garoto Tyler escapara das garras de Chucky em Brinquedo Assassino 3...







































...assim como a personagem de Perrey Reeves.












O casal Jesse & Jade são ambos sobreviventes de A Noiva de Chucky.


















Glen, (o filho de Chucky com sua mulher assassina) quando ainda era um boneco, recusara a ser como Chucky, no momento em que sua mãe acelerara a gravidez de Jennifer Tilly, usando de vodu para isso, dois bebês gêmeos nasceram, um menino e uma menina, o menino é Glen, a menina é Glenda, a personalidade assassina de Glen que, antes de partir em busca de seus pais, passara a ser atormentado por pesadelos onde ele era um boneco assassino e, influenciado por sua mãe moralista, ele assumira uma personalidade assassina. Tiffany, a mulher de Chucky, conseguira passar a sua alma para o corpo de Jennifer Tilly. A alma de Glen, se dividira entre dois corpos, menino e menina. Glen, representara o bem, Glenda, é a cópia de sua mãe assassina.