terça-feira, 12 de maio de 2015

Os Super-Heróis dos Cinemas: Evolução ou Ilusão Destruída?



A Evolução: vermos nossos heróis ganhando vida nas telonas com toda tecnologia disponível.



Mas antes de comentarmos todo esse avanço vamos retornar a época em que ficávamos com os olhos grudados na TV aguardando o seriado de nossos personagem favoritos.



Não dá pra esconder, a série do Escalador de Paredes (O Amigão da Vizinhança) era impactante para a época. A gente ansiava pelo momento em que o fotógrafo Peter Parker saísse de cena para a entrada do herói no combate ao crime.



Enquanto a da Mulher Maravilha nos abrilhantava com a beleza inconfundível por parte da atriz Lynda Carter.



Já o seriado do Homem- Morcego, convenhamos, era o mais cafona de todos.



Capitão Marvel também marcava presença:
(Obs: MARVEL=Maravilha)



O Sentinela da Liberdade também teve a sua vez.



Mas o melhor seriado foi mesmo aquele sobre um certo Golias Esmeralda.



Partimos então aos filmes, e o Homem de Aço estava em boas mãos.



Na década de 90 The Flash também teve o seu devido destaque...



...culminando em um telefilme da Liga da Justiça (1997)



E olha o Quarteto Fantástico ai, e ainda com produção do Roger Corman.

Anti Heróis também teriam a sua vez!





Considerando que a série televisiva do Capitão América era cafona demais, o personagem recebeu uma nova chance com um filme dirigido por "Albert Pym" (Cyborg, O Dragão do Futuro)



Certos personagens com suas respectivas vestimentas dependendo era difícil abordá-los de forma séria, ainda mais em telefilmes ou seriados. A série do Hulk por exemplo beirava ao drama cotidiano, muito bem escrito e atuado, já o filme do Superman caminhava na mesma linha, e sua primeira adaptação para os cinemas é vista até hoje como o suprassumo dos filmes de super-heróis, nada poderia igualar.

Mas o Batman obteve uma nova chance by Tim Burton (Edward, Mãos de Tesoura)



Mas foi caindo...



Até despencar de vez!



Enfim, quem viveu essas três décadas (70/90/90) sabe que efeitos especiais não era o foco e sim um bom roteiro + elenco, desenvolvimento e interpretação.



Chega o novo milênio e com ele uma nova leva de filmes de super-heróis, agora adaptados com mais "fidelidade" lembrando as histórias em quadrinhos da qual provém suas criações originais.

Homem-Aranha seria dirigido por Sam Raimi (A Morte do Demônio) contando no elenco com a deslumbrante Kirsten Dunst (Entrevista Com O Vampiro) e por um desconhecido Tobey Maguire...



...se sucedendo com a parte 2...



...por fim a parte 3 encerrando a franquia de Raimi.



Falho, o que ao meu ver não se deu pelo fato de querer ser uma HQ mas sim pela produção com uma computação gráfica exagerada e atuações não convincentes.

Mas o Aracnídeo teria duas novas oportunidades, que na minha opinião o prejudicaram ainda mais.





Creio que se possa dizer o mesmo com o Quarteto Fantástico, mas que do contrário de O Homem Aranha o primeiro filme da equipe é um PÉ NO SACO!


(Destaque para o ator Chris Evans que foi recrutado para o papel de um jovem mala, que é exatamente o que ele fazia aqui)

Nem o Surfista Prateado ajudou.



E mais uma chance, agora prometendo mais "obscuridade".



A franquia dos heróis mutantes...



...culminando em um filme solo para o personagem mais popular.



Realmente "imortal".



E o universo mutante é expandido.



Reparem quantas oportunidades foram concedidas a esses personagens, o que dependendo quando mais mexiam mais complicavam.

O Homem Sem Medo e a Ninja Mercenária também tiveram a sua vez.





Batman passa a ser mais obscuro do que era com a versão de Burton.



Até ser salvo por Christopher Nolan de se tornar uma piada de mal gosto.



Tal abordagem sombria é também concedida ao Homem de Aço.



Em 2003 o incrível Hulk ganha o seu primeiro filme para os cinemas, todo existencial focado no drama do Dr. Bruce Banner...



Que em 2008 acabou sendo retomado pelos estúdios da Marvel numa versão completamente genérica.



Outro Hulk em Computação, outro ator escolhido (terceira alteração) e outra abordagem, agora trocando o drama e a ação genérica pelo senso de humor.



A Marvel começa bem, mas descambA para uma total mediocridade



Quando um filme não dá certo ele passa despercebido assim como foi com o Lanterna Verde.



O Justiceiro retornou para uma versão mais "fiel" aos quadrinhos, mas que se perdeu gradativamente no excesso de violência exagerada no quesito fotografia e até mesmo um Anti Herói muito mais moderado na versão de Thomas Jane..





É isso, retomadas aqui e ali, da forçação a comédia e obscuridade sem limites. Esses são os filmes de super-heróis atualmente.
Mas a pergunta que fica é:
de tantas mudanças chegará o dia que acertarão a mão?

Cabe a resposta taxativa considerando as inúmeras tentativas:
NÃO!










































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